Li e gostei! 2025/2026

 

Projeto "Li e Gostei"

“Miura”, in: Bichos, de Miguel Torga.


A narrativa que vou apresentar, hoje, tem como título “Miura” e faz parte do livro de contos “Bichos”, de Miguel Torga. Antes de falar sobre o conto, vou mencionar alguns dados sobre o seu autor.

Miguel Torga nasceu em 1907, em São Martinho de Anta, e faleceu em 1995, em Coimbra.     Uma curiosidade é que Miguel Torga é o pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha. Foi uma figura literária de relevo do século XX e uma das suas obras mais famosas é, justamente, esta da qual vos vou falar agora.

“Miura” é um conto intenso, onde Torga transforma um touro numa figura quase humana. Através dele, o autor critica a violência das touradas e mostra o conflito que existe entre a liberdade e o destino imposto aos humanos e animais. O que significa que, muitas vezes, estes seres veem a sua liberdade limitada por regras sociais, costumes ou obrigações que não escolheram. A escrita é forte e direta, o que leva o leitor a sentir pena do animal e a refletir sobre a sua injusta morte e o sofrimento infligido.

É um texto curto, mas poderoso, que reflete a condição humana na forma de um touro.

Neste conto, Miguel Torga recorre à personificação, ao afirmar que o touro “morreu como um homem de honra”, atribuindo-lhe pensamentos e sentimentos humanos. Miura assume, também, um forte simbolismo, representando a força e a liberdade oprimidas pelo homem, apesar de ser “forte, mas condenado”. A arena funciona como metáfora de um destino imposto, pois o touro “entrou na arena para morrer”. O autor usa ainda contraste entre a força do animal e o poder humano e uma linguagem expressiva e violenta, visível quando “o sangue corria pela areia”, intensificando a crítica à violência das touradas.

 Dinis Alves Rodrigues, 9ºA

Li o livro "O Diário de um Banana – livro 17 - Frauda Xeia" e gostei de o ler.
      Autor "Jeff Hinney

Frauda Xeia

Segunda-feira

Era uma vez uma banda musical, chamada "Frauda Xeia", que tinha três elementos: O Rodrick, o Bill e o Maquy. A banda estava ainda a tentar encontrar alguém que pudesse ver os seus concertos. Até que um dia, uma mulher disse:

- Vocês são de alguma banda?

- Sim, somos da banda "Frauda Xeia", somos umas estrelas de rock!

Toda a gente da banda ficou entusiasmada por causa da pergunta. Depois, a mulher convidou-os para que, na terça-feira, fossem atuar na "Galinha Decapitada", um sítio onde era costume atuarem bandas. A banda ficou com o coração a bater mais depressa porque iam, finalmente, atuar ao vivo.

Terça-feira

A banda, mal entrou na carrinha, acelerou-a, porque pensavam que não tinham tempo. Quando chegaram lá, repararam que se tinham esquecido de uma baqueta da bateria. Então, o Greg e o Rodrick foram ao Hipo-Hugo, onde havia uns bonecos-robots a atuar. Na placa estava escrito: “Proibida a entrada a crianças não acompanhadas”. Eles foram lá e aproveitaram para comer uma pizza deliciosa. Logo que os seguranças viraram as costas, o plano entrou em prática. O Greg e o Rodrick foram para o palco e tiraram a baqueta da mão do boneco robot, mas tinha saído uma coisa a mais, que era a mão do boneco. Foram imediatamente para a carrinha e fugiram do segurança, que parou no sinal vermelho. E, felizmente, chegaram lá a tempo! Como a banda viu que a mão do boneco tinha ficado presa à baqueta, ligaram-na à tomada e a mão descolou-se. Contudo, sem querer, ligaram outra vez a tomada e a mão prendeu-se na perna do Maquy:

- Ah! Como vou atuar assim?! – perguntou desesperado.

Depois de algumas tentativas, conseguiram retirar a mão do coitado do Maquy. A seguir, o pessoal começou a chegar e a banda começou a atuar que nem umas estrelas de rock!!

           Victória Silva Materese, Nº 19, 3º D


A Casa do Mar”, in: Histórias da terra e do mar, de  Sophia de Mello Breyner Andresen

  
     
Sophia de Mello Breyner Andresen foi uma figura central na literatura portuguesa do séc. XX. Reconhecida pela sua sublime arte poética, Sophia também se destacou no âmbito dos contos e da literatura infantil. Foi a primeira mulher a receber o prémio Camões.

    A minha partilha vai incidir no livro ”Histórias da terra e do mar” da sua autoria, mais especificamente, no conto “A casa do mar”, porque o título me despertou curiosidade, pois adoro temas relacionados com o mar tal como Sophia.

    Neste conto, a autora faz a descrição de uma casa à beira-mar, construída em cima de uma duna. Sophia descreve a casa de uma forma muito detalhada, levando-nos a sentir como se estivéssemos dentro do conto e a imaginar uma casa abandonada e sem vida, perto do mar da sua infância, sendo possível encontrar, aqui, um local de convergência entre os dois espaços (terra e mar) focados no título da obra “Histórias da Terra e do Mar”.

        Cada canto desta casa tem magia, um amor e um fascínio únicos.

    No decorrer do conto consegui identificar imensos recursos expressivos, que contribuem para a admirável riqueza estética do texto e permitem ao leitor desfrutar da sua beleza. Passo a referir alguns, a título de exemplo: a comparação presente em “sobre a areia molhada que a maré cheia alisou o poisar das gaivotas deixa finas pegadas triangulares, semelhantes à escrita de um tempo antiquíssimo.” (página 60); a enumeração “O rumor das ondas, o perfume do sal, o vidrado da luz marinha, o ar varrido de brisas e vento, a cal do muro, os nevoeiros imóveis, o arfar ressoante do mar estabelecem em seu redor grandes espaços vazios, tumultuosos e limpos onde tudo se abre e vibra”(página 59), que nos facilita a visualização da casa, e, por fim,  também encontrei a personificação "Nela secam as ervas e as chaleiras gemem e soluçam, como se sofressem“ (página 63 linhas 2 à 4), potenciando as emoções no leitor .

    A parte que mais me cativou foi a forma apaixonada como a autora relata os momentos vividos nesta casa. Também gostei muito das comparações que ela utiliza entre o mar, a natureza associando-as às sensações vividas na sua infância.

    Gostei muito deste conto, apesar de não conseguir interpretá-lo muito facilmente, mas fez-me recordar lugares que foram e que ainda são importantes para mim, e que guardo com um carinho especial, tal como aconteceu com Sophia.

    Este conto transmite-nos a mensagem de que os lugares vividos intensamente na infância permanecem na nossa memória.         

 

Dália Maria de Botelho Pessoa, 9ºA



O Caramelo da Leonor - Daniela Santiago 



Resumo

A Leonor tem um gato chamado Caramelo. Ele é muito doce, gosta de mimos e está sempre junto da Leonor desde que ela nasceu. Ele é um grande amigo e faz-lhe companhia todos os dias.

Com o tempo, a Leonor começa a brincar de forma mais brusca com o Caramelo. Ela não percebe que o gato não é um brinquedo e que também sente medo e dor. Por isso, o Caramelo fica assustado com algumas brincadeiras.

Um dia, durante uma dessas brincadeiras, o Caramelo assusta-se e arranha a Leonor sem querer. A Leonor começa a chorar e fica muito triste…

O que será que acontece a seguir?

E tu, o que farias se fosses a Leonor? Como ajudarias o Caramelo?

 

O que os alunos do 2.º B mais gostaram:

- Do ar meigo, engraçado e fofinho do Caramelo.

- Das expressões grandes e coloridas do Caramelo.

- De imaginar o que ele está a pensar e a sentir.

- De ver as caras diferentes que o Caramelo faz.

- Das cores quentes do livro, que parecem sol.

-  Disseram que o Caramelo parece um gato de verdade.

- Das imagens grandes e fáceis de ver.

- Gostaram quando o Caramelo aparece triste ou assustado, porque dá vontade de o ajudar.

 

Reflexão final

Este livro conta uma história bonita sobre a amizade entre uma menina e o seu gato. Gostámos muito porque nos ensina a cuidar de quem gostamos e pensar nos sentimentos dos outros. As imagens são muito coloridas e ajudam-nos a perceber como as personagens se sentem. O livro é fácil de ler, divertido e cheio de carinho.

Também tem Braille, para que as pessoas que não conseguem ver possam ler com os dedos. Assim, aprendemos a respeitar as diferenças. Achámos isso muito importante, porque assim todas as pessoas podem ler a história do Caramelo. Aprendemos que todos somos diferentes, mas todos temos direito a aprender e a gostar de livros. Devemos respeitar e ajudar os outros, mesmo quando são diferentes de nós.

Alunos do 2.º B

Escola Básica n.º 1 de Lamego

Agrupamento de Escolas Latino Coelho

A Perfeição” de Eça de Queiroz


O conto que escolhi foi
“A Perfeição”, incluído no livro Contos, de Eça de Queiroz. Este conto apresenta-nos uma história que mistura humor, crítica social e reflexão sobre o real significado da perfeição.

A narrativa acompanha uma descrição muito bonita e detalhada da ilha de Ogígia, onde vive a ninfa Calipso. É um lugar quase mágico: mar azul, areia branca, flores perfumadas, clima suave e bosques cheios de frescura, fazendo tudo parecer perfeito, como se fosse um paraíso criado para agradar aos sentidos.

Mas, apesar de tudo, Ulisses, um herói grego inteligente e astuto, que está sentado numa rocha a observar o mar, sente-se profundamente triste. Eça descreve-o com barba caída entre as mãos e o olhar pesado, como alguém que perdeu a alegria de viver. Este contraste é logo um dos aspetos mais importantes do conto: um homem infeliz no meio da perfeição absoluta.

A linguagem é enriquecida com recursos expressivos, como a antítese em “...lá tão bravio, aqui tão sereno...” (l.78; p.227), a hipérbole em “Sete anos, sete imensos anos...” (l.27; p.226), a personificação em “...jasmineiros e madressilvas, envoltas no sussurrar das abelhas.” (l.160 p.229), entre outros.

Ao longo do conto, percebemos que Calipso oferece a Ulisses tudo que ele queria: beleza, descanso, luxo e amor eterno. Porém, este excesso de perfeição começa a parecer-lhe uma prisão. Ulisses sentia falta das dificuldades, dos desafios, da sua casa e da sua família. E é aqui que se percebe uma das artes mais importantes do conto, a ideia de que a perfeição absoluta pode ser ilusória e que a felicidade pode estar na imperfeição do mundo real. 

A partir daqui, Ulisses terá de escolher entre a perfeição eterna e a sua humanidade, uma escolha que mudará a sua vida.

A parte de que mais gostei, neste conto, foi quando Calipso, finalmente, jura a Ulisses que não lhe preparará nenhum mal, pois é um momento intenso, combina tensão, emoção e alívio. Depois de anos preso na ilha, enfrentando a ociosidade, o desejo de voltar a Ítaca e o medo da traição, Ulisses, finalmente, sente que pode confiar, ainda que precariamente, numa divindade. É o ponto em que a história passa da incerteza para a esperança, e tem um grande impacto emocional.

Caso queiram saber a decisão tomada por Ulisses, basta ler o conto!

                                                                                                                          Lara Guedes, nº 9, 9º A


"O Alma-Grande", Novos contos da Montanha, de Miguel Torga


Recentemente li o conto “O Alma-Grande", inserido na obra Novos contos da Montanha, de Miguel Torga, editada por Coimbra Editora.

Este conto apresenta-nos um homem, o “Alma-Grande”, que “acabava” com o sofrimento dos “moribundos”, evitando, assim, a confissão dos seus pecados.

Certo dia, o “Alma-Grande” foi chamado pelo filho do Isaac, que andava há vários dias com febre e se encontrava de cama, gravemente doente, para acabar com o sofrimento dele e evitar confissões. O “Alma-Grande”, já na casa de Isaac, começou a fazer o seu trabalho, no quarto do moribundo. Contudo, devido aos gritos vindos de lá de dentro, o filho de Isaac, Abel entrou no quarto e o “Alma-Grande”, apesar de insensível, não foi capaz de completar o trabalho à frente do pequeno Abel e saiu da casa do doente. Passaram-se dias, Isaac melhorou e, com os traumas do acontecimento anterior, jurou vingar-se.

O que aconteceu a seguir? Pois não vou contar…

Este conto faz-nos refletir sobre a eutanásia que, mesmo com boas intenções, é um ato desumano.

O texto tem vários recursos expressivos como: a comparação, a metáfora, a ironia e o eufemismo. A comparação encontra-se muito pelo texto, mas um exemplo concreto pode ser: “a um homem tanto lhe importa a Thora como os Evangelhos”. A metáfora também se encontra várias vezes no conto, podendo apresentar como exemplo claro: “A criança debatia-se num agitado mar de brumas”. A ironia também é muito utilizado por Miguel Torga, como podemos observar no título, pois o autor chama uma pessoa de Alma-Grande, ou seja, uma boa pessoa que, de bom, não tem nada, pois diminui o tempo de vida das pessoas, só para que elas não tenham de confessar os seus pecados. O eufemismo aparece esporadicamente no conto e, como exemplo, temos “acabou por aconselhar que tratassem do caixão”.

Este conto tem um título intrigante, o que me levou a lê-lo. Miguel Torga usa uma linguagem simples, mas expressiva.

A parte de que mais gostei foi a parte final, mas não vou contar, pois convido-vos a ler o conto.

 

Ryan Cristiano Veiga de Oliveira, 9ºA

12/1/2026


O Espantalho Enamorado, de Guido Visconti

 


Li e Gostei… do livro “O Espantalho Enamorado” de Guido Visconti e ilustrado por Giovanna Osellame.

O livro conta a história de um espantalho chamado Gustavo, que vivia numa seara e tinha como função espantar os passarinhos. No entanto, não conseguia cumprir a sua tarefa, pois era amigo de todos os animais, principalmente destes.

No meio daquela seara repleta de douradas espigas, Gustavo passava os seus dias a suspirar de amor por Amélia, uma menina-espantalho que vivia no topo da colina. Por não se conseguir mexer, a única maneira que tinha de mandar ternas mensagens à sua amada era com a ajuda dos amigos passarinhos, em quem confiava plenamente. E assim viviam felizes!

Com a chegada do outono, surgiram dificuldades que deixaram o espantalho preocupado. É que, com as espigas ceifadas, os passarinhos foram embora e, no seu lugar, ficaram os corvos pretos que, apesar de também serem seus amigos, tinham vozes estridentes, então não conseguiam passar as suas mensagens de amor a Amélia.

A história ficou ainda mais emocionante quando apareceu um caçador, levando aflição e medo a todos os animais da seara. Durante uma situação de grande perigo, Gustavo mostrou-se corajoso e amigo fiel, quando salvou uma codorniz do ataque terrível do caçador. Como agradecimento pela amizade e coragem que Gustavo demonstrou ao defendê-los, os animais da seara ajudaram-no a concretizar o seu sonho…

Li e gostei muito deste livro, porque mostra que até alguém feito de palha pode ter sentimentos fortes (amor, amizade...), sonhos e coragem para lutar pelos seus objetivos. A história é doce, bonita e faz acreditar que todos podem amar e ser amados, mesmo quem é diferente.

                                                                                                                         Alunos da turma do 3º B - CEL

                                                                                                                                                  6/1/2026


Rubra, a árvore dos desejos, de Katherine Applegate


“Rubra, a árvore dos desejos”, da aclamada autora Katherine Applegate, com ilustrações de Charles Santoso e editada pela Fábula, é uma obra enquadrada na Literatura Infantojuvenil e do género de fábula contemporânea.

O livro retrata a história de Rubra, um carvalho com muitos anos de vida, que é simultaneamente a “árvore dos desejos” da vizinhança. Os temas centrais desta obra são a crítica à intolerância e ao preconceito e é utilizada a perspetiva da natureza para expor as falhas da sociedade. A autora demonstra que pequenos atos de bondade, por mais pequenos que sejam, e a união de diferentes seres podem mudar o mundo.

A força da história está na forma como a autora escreveu o livro, porque conta a história na primeira pessoa, pela Rubra, o carvalho. Essa perspetiva oferece-nos um ponto de vista calmo, sábio e imparcial sobre os acontecimentos humanos.

O enredo desenvolve-se a partir do desejo de Samar, uma menina muçulmana, que sofre pelo ódio à sua religião. Rubra, quebrou uma regra muito importante da natureza para ajudar a realizar o desejo de Samar, isto demonstra um ato de coragem, ou seja, um testemunho a favor da tolerância.

Rubra tem um poderoso símbolo na obra. Ela representa a força da natureza, a memória da comunidade e a necessidade da tolerância. A autora aborda temas sociais complexos, como o racismo e a xenofobia. O mais importante é que o livro aborda a importância de acolher o diferente e mostra que a união de diferentes seres é a única forma de proteger o que é justo.

O livro, “Rubra, a árvore dos desejos” é uma lição poderosa sobre o que significa “ser humano” e pertencer a uma comunidade. A mensagem profunda sobre a tolerância, pois, “Além do Simão, o vizinho de casa verde, são muito poucos os que recebem de braços abertos as recém-chegados”, ou seja, a família de Samar.

Eu gostei imenso deste livro, porque aborda temas muito importantes. A parte que mais me emocionou na obra foi quando todos os animais se uniram para tentar tornar o desejo de Samar real.

Recomendo esta obra, porque é um livro que aquece o coração e faz-nos refletir sobre valores, nomeadamente o da empatia, o da amizade, o do amor, o da superação do preconceito em relação à religião e a importância de proteger os mais necessitados.

   

Beatriz Miranda, n.º1, 9.ºB

5/1/2026



A Cotovia Via…Via…

             Na nossa turma, durante o mês de novembro, lemos o livro “A Cotovia Via…Via…” 

A Cotovia era a mais velha de sete irmãos e achava que devia ser ela a seguir o sonho da sua mãe: conhecer o mundo. A mãe adorava viajar, mas a sua idade já não lhe permitia grandes aventuras.

A Cotovia encheu-se de coragem e começou a sua viagem. Começou por Espanha, depois passou pelo Cazaquistão, Filipinas, por uma ilha do Pacífico, Colômbia, Burundi e Gana.

Em todos estes países, viu coisas que lhe partiam o coração: paisagens devastadas pela ação do Homem, grandes áreas florestais queimadas, espécies vegetais e animais em risco e outras que desapareceram, lixeiras a céu aberto, cidades envolvidas em nuvens de fumo, pessoas sem água potável e sem comida e até uma ilha no Pacífico que estava a desaparecer por causa do degelo das calotas polares, onde os seus habitantes se apressavam a tirar fotografias para mais tarde terem como recordação.  

A Cotovia estremecia ao ver tudo isto, ao ver tanta maldade com o Planeta Terra. Conversava com as pessoas desses locais para perceber o porquê de tudo isso estar a acontecer e, em conjunto, ia partilhando sugestões para começarem a ultrapassar estes problemas.

O que mais gostámos neste livro foi a atitude da Cotovia. Partia de um país para outro sempre com a missão de transmitir o que tinha visto e alertar o mundo para atitudes mais conscientes na preservação do Planeta.

Essa deve ser também a nossa missão. O contributo de todos será muito importante pois a Terra é a nossa Casa.



Texto coletivo, 3.ºA, Escola Básica N.º1 de Lamego

10/12/2025


Título do livro: Desde o primeiro bater do coração
Autora: Sílvia Rainha
Ilustradora: Sofia Pessoa

 

Li e gostei:

Uma pequenina ervilha,

Transformada numa melancia,

Tal como uma protegida ilha,

No ventre materno vivia.

Passados os nove meses, nascia

Carregada de preocupações e alegria.

 

Li e gostei de:

- Conhecer a viagem de uma sementinha humana que, com o passar do tempo, evoluiu e aprendeu a andar e a falar;

- Poder colocar os meus dados pessoais no livro.


 Trabalho coletivo do 2.º A, Escola Básica Nº1 de Lamego

8/12/2025


O Monstro dos Ciúmes - Tânia Carneiro

Resumo

O livro conta a história de um monstro que começa a sentir ciúmes e não entende bem porquê. Esse sentimento deixa-o confuso e faz com que tudo pareça mais difícil. Com a ajuda de um amigo, ele descobre o que é o ciúme, como reconhecer esse sentimento e como podemos aprender a lidar melhor com ele. Mas quando parece que tudo está a melhorar… o que será que acontece a seguir?

 

Aquilo de que mais gostei

·         Gostei de ver como o monstro muda ao longo da história.

·         Gostei de ver as imagens porque ajudam a perceber os sentimentos.

 

Reflexão final

- Imagina o que farias se fosses o monstro.

- Fala com um amigo sobre o que achas que vai acontecer.

- Devias ler este livro porque ajuda a controlar o monstro dos ciúmes que às vezes sentimos.

- A história mostra que todos podemos sentir ciúmes e que isso é normal.

 - A história ajuda a perceber que os amigos não se perdem quando fazemos novas amizades.

- Aprendemos que os sentimentos podem mudar e que é importante falar com alguém em vez de guardar tudo cá dentro.

- A história ensina que o coração tem espaço para todos os amigos!

- A história é muito bonita e faz-nos sentir bem por dentro.

      

 

Alunos do 2.º B da Escola Básica n.º 1 de Lamego


1/12/2025

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Apresentamos esta semana  O Livro dos Erros, de Corinna Luyken

Resumo: Este livro mostra-nos que, quando fazemos um erro num desenho, podemos transformá-lo em algo ainda mais bonito e criativo. A autora começa com um pequeno erro e, a partir daí, vai encontrando maneiras criativas de o melhorar. Página após página, vemos como cada erro pode dar origem a novas ideias e novas formas de criar.

O que os alunos do 2.º D mais gostaram: 

- Ver como um simples erro se transforma numa coisa completamente diferente.

- As ilustrações criativas.

- Descobrir detalhes escondidos em cada página.

- Perceber que todos nós erramos, até os artistas.

- Sentir surpresa ao ver o que nasce de um erro que parecia “mau”.

Reflexão final:

Este livro ajuda-nos a perceber que os erros nem sempre são coisas más. Os erros ajudam-nos a pensar, a tentar outra vez e a melhorar. Quando erramos, temos a oportunidade de aprender algo novo. Tal como no livro, também nós podemos transformar um erro numa ideia, num desenho diferente ou numa solução melhor. Errar faz parte de crescer e, às vezes, até nos leva mais longe do que imaginamos.

Exemplos de alguns desenhos feitos pelos alunos com base num erro no qual tiveram de pensar para criar algo novo:






2.ºD - Escola Básica n.º 1 de Lamego

Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego