Projeto "Li e Gostei"
“Miura”, in: Bichos, de Miguel Torga.
A narrativa que vou apresentar, hoje, tem como título “Miura” e faz parte do livro de contos “Bichos”, de Miguel Torga. Antes de falar sobre o conto, vou mencionar alguns dados sobre o seu autor.
Miguel Torga nasceu em 1907, em São
Martinho de Anta, e faleceu em 1995, em Coimbra. Uma curiosidade é que Miguel Torga é o
pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha. Foi uma figura literária de relevo do
século XX e uma das suas obras mais famosas é, justamente, esta da qual vos vou
falar agora.
“Miura” é um conto intenso, onde Torga
transforma um touro numa figura quase humana. Através dele, o autor critica a
violência das touradas e mostra o conflito que existe entre a liberdade e o
destino imposto aos humanos e animais. O que significa que, muitas vezes, estes
seres veem a sua liberdade limitada por regras sociais, costumes ou obrigações
que não escolheram. A escrita é forte e direta, o que leva o leitor a sentir pena
do animal e a refletir sobre a sua injusta morte e o sofrimento infligido.
É um texto curto, mas poderoso, que
reflete a condição humana na forma de um touro.
Neste conto, Miguel Torga recorre à
personificação, ao afirmar que o touro “morreu como um homem de honra”,
atribuindo-lhe pensamentos e sentimentos humanos. Miura assume, também, um
forte simbolismo, representando a força e a liberdade oprimidas pelo homem,
apesar de ser “forte, mas condenado”. A arena funciona como metáfora de um
destino imposto, pois o touro “entrou na arena para morrer”. O autor usa ainda
contraste entre a força do animal e o poder humano e uma linguagem expressiva e
violenta, visível quando “o sangue corria pela areia”, intensificando a crítica
à violência das touradas.
Li o livro "O Diário de um Banana – livro 17 - Frauda Xeia" e gostei
de o ler.
Autor "Jeff Hinney
Frauda Xeia
Segunda-feira
Era uma vez uma banda musical, chamada "Frauda Xeia", que
tinha três elementos: O Rodrick, o Bill e o Maquy. A banda estava ainda a
tentar encontrar alguém que pudesse ver os seus concertos. Até que um dia, uma
mulher disse:
- Vocês são de alguma banda?
- Sim, somos da banda "Frauda Xeia", somos umas estrelas de
rock!
Toda a gente da banda ficou entusiasmada por causa da pergunta. Depois,
a mulher convidou-os para que, na terça-feira, fossem atuar na "Galinha
Decapitada", um sítio onde era costume atuarem bandas. A banda ficou com o
coração a bater mais depressa porque iam, finalmente, atuar ao vivo.
Terça-feira
A banda, mal entrou na carrinha, acelerou-a, porque pensavam que não
tinham tempo. Quando chegaram lá, repararam que se tinham esquecido de uma
baqueta da bateria. Então, o Greg e o Rodrick foram ao Hipo-Hugo, onde havia
uns bonecos-robots a atuar. Na placa estava escrito: “Proibida a entrada a crianças
não acompanhadas”. Eles foram lá e aproveitaram para comer uma pizza deliciosa.
Logo que os seguranças viraram as costas, o plano entrou em prática. O Greg e o
Rodrick foram para o palco e tiraram a baqueta da mão do boneco robot, mas tinha
saído uma coisa a mais, que era a mão do boneco. Foram imediatamente para a
carrinha e fugiram do segurança, que parou no sinal vermelho. E, felizmente,
chegaram lá a tempo! Como a banda viu que a mão do boneco tinha ficado presa à
baqueta, ligaram-na à tomada e a mão descolou-se. Contudo, sem querer, ligaram
outra vez a tomada e a mão prendeu-se na perna do Maquy:
- Ah! Como vou atuar assim?! – perguntou desesperado.
Depois de algumas tentativas, conseguiram retirar a mão do coitado do
Maquy. A seguir, o pessoal começou a chegar e a banda começou a atuar que nem
umas estrelas de rock!!
“A Casa do Mar”, in: Histórias da terra e do mar, de Sophia de Mello Breyner Andresen
Sophia de Mello Breyner Andresen foi uma figura central na literatura portuguesa do séc. XX. Reconhecida pela sua sublime arte poética, Sophia também se destacou no âmbito dos contos e da literatura infantil. Foi a primeira mulher a receber o prémio Camões.
A minha partilha vai incidir no livro
”Histórias da terra e do mar” da sua autoria, mais especificamente, no conto “A
casa do mar”, porque o título me despertou curiosidade, pois adoro temas
relacionados com o mar tal como Sophia.
Neste conto, a autora faz a descrição de uma
casa à beira-mar, construída em cima de uma duna. Sophia descreve a casa de uma
forma muito detalhada, levando-nos a sentir como se estivéssemos dentro do
conto e a imaginar uma casa abandonada e sem vida, perto do mar da sua
infância, sendo possível encontrar, aqui, um local de convergência entre os
dois espaços (terra e mar) focados no título da obra “Histórias da Terra e do
Mar”.
Cada canto desta casa tem magia, um amor e um
fascínio únicos.
No decorrer do conto consegui identificar imensos
recursos expressivos, que contribuem para a admirável riqueza estética do texto
e permitem ao leitor desfrutar da sua beleza. Passo a referir alguns, a título
de exemplo: a comparação presente em “sobre a areia molhada que a maré cheia
alisou o poisar das gaivotas deixa finas pegadas triangulares, semelhantes à
escrita de um tempo antiquíssimo.” (página 60); a enumeração “O rumor das
ondas, o perfume do sal, o vidrado da luz marinha, o ar varrido de brisas e
vento, a cal do muro, os nevoeiros imóveis, o arfar ressoante do mar
estabelecem em seu redor grandes espaços vazios, tumultuosos e limpos onde tudo
se abre e vibra”(página 59), que nos facilita a visualização da casa, e, por
fim, também encontrei a personificação
"Nela secam as ervas e as chaleiras gemem e soluçam, como se sofressem“
(página 63 linhas 2 à 4), potenciando as emoções no leitor .
A parte que mais me cativou foi a forma
apaixonada como a autora relata os momentos vividos nesta casa. Também gostei
muito das comparações que ela utiliza entre o mar, a natureza associando-as às
sensações vividas na sua infância.
Gostei muito deste conto, apesar de não
conseguir interpretá-lo muito facilmente, mas fez-me recordar lugares que foram
e que ainda são importantes para mim, e que guardo com um carinho especial, tal
como aconteceu com Sophia.
Este conto transmite-nos a mensagem de que os
lugares vividos intensamente na infância permanecem na nossa memória.
Dália Maria de Botelho Pessoa, 9ºA
O Caramelo da Leonor - Daniela Santiago
Resumo
A Leonor tem um gato chamado
Caramelo. Ele é muito doce, gosta de mimos e está sempre junto da Leonor desde
que ela nasceu. Ele é um grande amigo e faz-lhe companhia todos os dias.
Com o tempo, a Leonor começa a
brincar de forma mais brusca com o Caramelo. Ela não percebe que o gato não é
um brinquedo e que também sente medo e dor. Por isso, o Caramelo fica assustado
com algumas brincadeiras.
Um dia, durante uma dessas
brincadeiras, o Caramelo assusta-se e arranha a Leonor sem querer. A Leonor
começa a chorar e fica muito triste…
O que será
que acontece a seguir?
E
tu, o que farias se fosses a Leonor? Como ajudarias o Caramelo?
O
que os alunos do 2.º B mais gostaram:
- Do ar meigo, engraçado
e fofinho do Caramelo.
- Das expressões grandes
e coloridas do Caramelo.
- De imaginar o que ele
está a pensar e a sentir.
- De ver as caras diferentes que o Caramelo faz.
- Das cores quentes do livro, que parecem sol.
- Disseram que o Caramelo parece um gato de
verdade.
- Das imagens grandes e fáceis de ver.
- Gostaram quando o Caramelo aparece triste ou
assustado, porque dá vontade de o ajudar.
Reflexão final
Este livro
conta uma história bonita sobre a amizade entre uma menina e o seu gato. Gostámos
muito porque nos ensina a cuidar de quem gostamos e pensar nos sentimentos dos
outros. As imagens são muito coloridas e ajudam-nos a perceber como as
personagens se sentem. O livro é fácil de ler, divertido e cheio de carinho.
Também tem Braille, para que as pessoas que não conseguem ver possam ler com os dedos.
Assim, aprendemos a respeitar as diferenças. Achámos isso muito importante, porque assim todas as pessoas podem ler a
história do Caramelo. Aprendemos que todos somos diferentes, mas todos temos
direito a aprender e a gostar de livros. Devemos respeitar e ajudar os outros,
mesmo quando são diferentes de nós.
Alunos do 2.º B
Escola Básica n.º 1 de Lamego
Agrupamento de Escolas Latino Coelho
A Perfeição” de Eça de Queiroz
O conto que escolhi foi “A Perfeição”, incluído no livro Contos, de Eça de Queiroz. Este conto apresenta-nos uma história que mistura humor, crítica social e reflexão sobre o real significado da perfeição.
A narrativa
acompanha uma descrição muito bonita e detalhada da ilha de Ogígia, onde vive a
ninfa Calipso. É um lugar quase mágico: mar azul, areia branca, flores
perfumadas, clima suave e bosques cheios de frescura, fazendo tudo parecer
perfeito, como se fosse um paraíso criado para agradar aos sentidos.
Mas, apesar de
tudo, Ulisses, um herói grego inteligente e astuto, que está sentado numa rocha
a observar o mar, sente-se profundamente triste. Eça descreve-o com barba caída
entre as mãos e o olhar pesado, como alguém que perdeu a alegria de viver. Este
contraste é logo um dos aspetos mais importantes do conto: um homem infeliz no
meio da perfeição absoluta.
A linguagem é
enriquecida com recursos expressivos, como a antítese em “...lá tão bravio,
aqui tão sereno...” (l.78; p.227), a hipérbole em “Sete anos, sete imensos anos...”
(l.27; p.226), a personificação em “...jasmineiros e madressilvas, envoltas no sussurrar
das abelhas.” (l.160 p.229), entre outros.
Ao longo do conto,
percebemos que Calipso oferece a Ulisses tudo que ele queria: beleza, descanso,
luxo e amor eterno. Porém, este excesso de perfeição começa a parecer-lhe uma
prisão. Ulisses sentia falta das dificuldades, dos desafios, da sua casa e da
sua família. E é aqui que se percebe uma das artes mais importantes do conto, a
ideia de que a perfeição absoluta pode ser ilusória e que a felicidade pode
estar na imperfeição do mundo real.
A partir daqui,
Ulisses terá de escolher entre a perfeição eterna e a sua humanidade, uma
escolha que mudará a sua vida.
A parte de que mais
gostei, neste conto, foi quando Calipso, finalmente, jura a Ulisses que não lhe
preparará nenhum mal, pois é um momento intenso, combina tensão, emoção e
alívio. Depois de anos preso na ilha, enfrentando a ociosidade, o desejo de
voltar a Ítaca e o medo da traição, Ulisses, finalmente, sente que pode
confiar, ainda que precariamente, numa divindade. É o ponto em que a história
passa da incerteza para a esperança, e tem um grande impacto emocional.
Caso queiram saber a
decisão tomada por Ulisses, basta ler o conto!
"O Alma-Grande", Novos contos da Montanha, de Miguel Torga
Recentemente li o conto “O Alma-Grande", inserido na obra Novos contos da Montanha, de Miguel Torga, editada por Coimbra Editora.
Este conto apresenta-nos um homem, o “Alma-Grande”,
que “acabava” com o sofrimento dos “moribundos”, evitando, assim, a confissão
dos seus pecados.
Certo dia, o “Alma-Grande” foi chamado
pelo filho do Isaac, que andava há vários dias com febre e se encontrava de
cama, gravemente doente, para acabar com o sofrimento dele e evitar confissões.
O “Alma-Grande”, já na casa de Isaac, começou a fazer o seu trabalho, no quarto
do moribundo. Contudo, devido aos gritos vindos de lá de dentro, o filho de
Isaac, Abel entrou no quarto e o “Alma-Grande”, apesar de insensível, não foi
capaz de completar o trabalho à frente do pequeno Abel e saiu da casa do
doente. Passaram-se dias, Isaac melhorou e, com os traumas do acontecimento
anterior, jurou vingar-se.
O que aconteceu a seguir? Pois não vou
contar…
Este conto faz-nos refletir sobre a
eutanásia que, mesmo com boas intenções, é um ato desumano.
O texto tem vários recursos expressivos
como: a comparação, a metáfora, a ironia e o eufemismo. A comparação
encontra-se muito pelo texto, mas um exemplo concreto pode ser: “a um homem
tanto lhe importa a Thora como os Evangelhos”. A metáfora também se encontra
várias vezes no conto, podendo apresentar como exemplo claro: “A criança
debatia-se num agitado mar de brumas”. A ironia também é muito utilizado por
Miguel Torga, como podemos observar no título, pois o autor chama uma pessoa de
Alma-Grande, ou seja, uma boa pessoa que, de bom, não tem nada, pois diminui o
tempo de vida das pessoas, só para que elas não tenham de confessar os seus pecados.
O eufemismo aparece esporadicamente no conto e, como exemplo, temos “acabou por
aconselhar que tratassem do caixão”.
Este conto tem um título intrigante, o que
me levou a lê-lo. Miguel Torga usa uma linguagem simples, mas expressiva.
A parte de que mais gostei foi a parte
final, mas não vou contar, pois convido-vos a ler o conto.
Ryan
Cristiano Veiga de Oliveira, 9ºA
12/1/2026
O Espantalho Enamorado, de Guido Visconti
Li e Gostei… do livro “O Espantalho Enamorado” de Guido Visconti e ilustrado por Giovanna Osellame.
O livro conta
a história de um espantalho chamado Gustavo, que vivia numa seara e tinha como
função espantar os passarinhos. No entanto, não conseguia cumprir a sua tarefa,
pois era amigo de todos os animais, principalmente destes.
No meio daquela seara repleta de douradas espigas,
Gustavo passava os seus dias a suspirar de amor por
Amélia, uma menina-espantalho que vivia no topo da colina. Por não se conseguir
mexer, a única maneira que tinha de mandar ternas mensagens à sua amada era com
a ajuda dos amigos passarinhos, em quem confiava plenamente. E assim viviam
felizes!
Com a chegada
do outono, surgiram dificuldades que deixaram o espantalho preocupado. É que,
com as espigas ceifadas, os passarinhos foram embora e, no seu lugar, ficaram os corvos pretos
que, apesar de também serem seus amigos, tinham vozes
estridentes, então não conseguiam passar as suas mensagens de amor a Amélia.
A história
ficou ainda mais emocionante quando apareceu um caçador, levando aflição e medo
a todos os animais da seara. Durante uma situação de grande perigo, Gustavo
mostrou-se corajoso e amigo fiel, quando salvou uma codorniz do ataque terrível
do caçador. Como agradecimento pela amizade e coragem que Gustavo demonstrou ao
defendê-los, os animais da seara ajudaram-no a concretizar o seu sonho…
Li e gostei muito deste livro, porque
mostra que até alguém feito
de palha pode ter sentimentos
fortes (amor, amizade...), sonhos e coragem para lutar pelos seus objetivos. A
história é doce, bonita e faz acreditar que todos podem amar e ser amados,
mesmo quem é diferente.
6/1/2026
Rubra, a árvore dos desejos, de
Katherine Applegate
“Rubra,
a árvore dos desejos”, da aclamada autora Katherine Applegate, com ilustrações
de Charles Santoso e editada pela
Fábula, é uma obra enquadrada na Literatura Infantojuvenil e do género
de fábula contemporânea.
O livro retrata a história de Rubra, um
carvalho com muitos anos de vida, que é simultaneamente a “árvore dos desejos” da vizinhança. Os temas centrais
desta obra são a crítica à intolerância e ao preconceito
e é utilizada
a perspetiva da natureza para expor as falhas da sociedade.
A autora demonstra que pequenos atos de bondade, por mais pequenos
que sejam, e a união de diferentes seres podem mudar o mundo.
A força da história está na forma como a autora escreveu o livro, porque conta a história
na primeira pessoa, pela Rubra, o carvalho. Essa perspetiva oferece-nos um ponto de vista calmo, sábio e imparcial
sobre os acontecimentos humanos.
O enredo desenvolve-se a partir do desejo de Samar, uma menina muçulmana, que sofre pelo ódio à sua religião.
Rubra, quebrou uma regra muito importante da natureza para ajudar a realizar o desejo de Samar, isto demonstra um ato de coragem, ou seja, um testemunho a favor da tolerância.
Rubra tem um poderoso símbolo na obra. Ela representa a força da natureza, a
memória da comunidade e a necessidade da tolerância. A autora aborda
temas sociais complexos, como o racismo e a xenofobia. O mais importante é que o livro aborda
a importância de acolher
o diferente e mostra que a união de diferentes seres é a única
forma de proteger o que é justo.
O livro, “Rubra,
a árvore dos desejos” é uma lição poderosa sobre o que significa “ser humano” e pertencer a uma comunidade. A mensagem profunda sobre a tolerância, pois, “Além do Simão, o vizinho
de casa verde, são muito poucos
os que recebem de braços abertos as recém-chegados”, ou seja, a família de
Samar.
Eu gostei imenso
deste livro, porque aborda temas muito importantes. A parte
que mais me emocionou
na obra foi quando todos os
animais se uniram para tentar tornar o desejo de Samar real.
Recomendo esta obra, porque é um livro que aquece o coração e faz-nos refletir sobre valores,
nomeadamente o da empatia, o da amizade, o do amor, o da superação do
preconceito em relação
à religião e a importância de proteger os mais necessitados.
Beatriz Miranda,
n.º1, 9.ºB
5/1/2026
A Cotovia Via…Via…
A Cotovia era a mais velha de sete irmãos e achava que devia
ser ela a seguir o sonho da sua mãe: conhecer o mundo. A mãe adorava viajar,
mas a sua idade já não lhe permitia grandes aventuras.
A Cotovia encheu-se de coragem e começou a sua viagem.
Começou por Espanha, depois passou pelo Cazaquistão, Filipinas, por uma ilha do
Pacífico, Colômbia, Burundi e Gana.
Em todos estes países, viu coisas que lhe partiam o coração:
paisagens devastadas pela ação do Homem, grandes áreas florestais queimadas,
espécies vegetais e animais em risco e outras que desapareceram, lixeiras a céu
aberto, cidades envolvidas em nuvens de fumo, pessoas sem água potável e sem
comida e até uma ilha no Pacífico que estava a desaparecer por causa do degelo
das calotas polares, onde os seus habitantes se apressavam a tirar fotografias
para mais tarde terem como recordação.
A Cotovia estremecia ao ver tudo isto, ao ver tanta maldade
com o Planeta Terra. Conversava com as pessoas desses locais para perceber o
porquê de tudo isso estar a acontecer e, em conjunto, ia partilhando sugestões
para começarem a ultrapassar estes problemas.
O que mais gostámos neste livro foi a atitude da Cotovia.
Partia de um país para outro sempre com a missão de transmitir o que tinha
visto e alertar o mundo para atitudes mais conscientes na preservação do
Planeta.
Essa deve ser também a nossa missão. O contributo de todos
será muito importante pois a Terra é a nossa Casa.
Texto coletivo, 3.ºA, Escola Básica N.º1 de Lamego
10/12/2025
Título do livro: Desde o primeiro bater do coraçãoAutora: Sílvia RainhaIlustradora: Sofia Pessoa
Li e gostei:
Uma pequenina
ervilha,
Transformada numa
melancia,
Tal como uma protegida
ilha,
No ventre materno
vivia.
Passados os nove
meses, nascia
Carregada de
preocupações e alegria.
Li e gostei de:
- Conhecer a viagem de uma sementinha humana que, com o
passar do tempo, evoluiu e aprendeu a andar e a falar;
- Poder colocar os meus dados pessoais no livro.
Trabalho coletivo do 2.º A, Escola Básica Nº1 de Lamego
8/12/2025
O Monstro dos Ciúmes - Tânia Carneiro
Resumo
O
livro conta a história de um monstro que começa a sentir ciúmes e não entende
bem porquê. Esse sentimento deixa-o confuso e faz com que tudo pareça mais
difícil. Com a ajuda de um amigo, ele descobre o que é o ciúme, como reconhecer
esse sentimento e como podemos aprender a lidar melhor com ele. Mas quando
parece que tudo está a melhorar… o que será que acontece a seguir?
Aquilo de que mais gostei
·
Gostei de ver como o monstro muda ao longo da
história.
·
Gostei de ver as imagens porque ajudam a
perceber os sentimentos.
Reflexão final
- Imagina o que
farias se fosses o monstro.
- Fala com um amigo
sobre o que achas que vai acontecer.
- Devias ler este
livro porque ajuda a controlar o monstro dos ciúmes que às vezes sentimos.
- A história mostra
que todos podemos sentir ciúmes e que isso é normal.
- A história ajuda a perceber que os amigos
não se perdem quando fazemos novas amizades.
- A história ensina
que o coração tem espaço para todos os amigos!
- A história é muito
bonita e faz-nos sentir bem por dentro.
Alunos do 2.º B da Escola Básica n.º
1 de Lamego
1/12/2025
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Apresentamos esta semana O Livro dos Erros, de Corinna Luyken
Resumo: Este livro mostra-nos que, quando fazemos um erro num desenho, podemos transformá-lo em algo ainda mais bonito e criativo. A autora começa com um pequeno erro e, a partir daí, vai encontrando maneiras criativas de o melhorar. Página após página, vemos como cada erro pode dar origem a novas ideias e novas formas de criar.
O que os alunos do 2.º D mais gostaram:
- Ver como um simples erro se transforma numa coisa completamente diferente.
- As ilustrações criativas.
- Descobrir detalhes escondidos em cada página.
- Perceber que todos nós erramos, até os artistas.
- Sentir surpresa ao ver o que nasce de um erro que parecia “mau”.
Reflexão final:
Este livro ajuda-nos a perceber que os erros nem sempre são coisas más. Os erros ajudam-nos a pensar, a tentar outra vez e a melhorar. Quando erramos, temos a oportunidade de aprender algo novo. Tal como no livro, também nós podemos transformar um erro numa ideia, num desenho diferente ou numa solução melhor. Errar faz parte de crescer e, às vezes, até nos leva mais longe do que imaginamos.
Exemplos de alguns desenhos feitos pelos alunos com base num erro no qual tiveram de pensar para criar algo novo:
2.ºD - Escola Básica n.º 1 de Lamego
Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego












